Foram definidos os grupos da Copa do Nordeste 2014. No sorteio realizado nesta terça-feira (8), em Salvador, pelo ex-atacante Bobô e o ex-zagueiro Ronaldo Angelim, o Botafogoficou no grupo D, composto por Sport, Náutico e Guarany. Já o Treze, fará parte do grupo C, juntamente com Ceará, CRB e Potiguar.
A competição, que começará no dia 20 janeiro de 2014, será transmitida para todo o Brasil pela TV Esporte Interativo e vale vaga na Copa Sul-Americana para o campeão.
Ao contrário do ano passado, quando equipes do mesmo estado não poderiam ficar no mesmo grupo, o sorteio para 2014 proporcionou surpresas. Sport e Náutico na mesma chave assim como Confiança e Sergipe.
Confira como ficou os grupos
GRUPO A: Vitória, América-RN, Confiança e Sergipe.
GRUPO B: Bahia, Santa Cruz, CSA e Vitória da Conquista.
GRUPO C: Ceará, CRB, Treze e Potiguar.
GRUPO D: Sport, Náutico, Guarany e Botafogo.
Redação com Bahia Notícias
A competição, que começará no dia 20 janeiro de 2014, será transmitida para todo o Brasil pela TV Esporte Interativo e vale vaga na Copa Sul-Americana para o campeão.
Ao contrário do ano passado, quando equipes do mesmo estado não poderiam ficar no mesmo grupo, o sorteio para 2014 proporcionou surpresas. Sport e Náutico na mesma chave assim como Confiança e Sergipe.
Confira como ficou os grupos
GRUPO A: Vitória, América-RN, Confiança e Sergipe.
GRUPO B: Bahia, Santa Cruz, CSA e Vitória da Conquista.
GRUPO C: Ceará, CRB, Treze e Potiguar.
GRUPO D: Sport, Náutico, Guarany e Botafogo.
Redação com Bahia Notícias
Belo Horizonte - Quando o presidente Alexandre Kalil assumiu o Atlético-MG, em 2008, a receita total do clube era de R$ 60,8 milhões por ano. Em 2012, o valor passou para R$ 162,9 milhões, de acordo com o último balanço, publicado em abril, e a projeção da diretoria é que neste ano o montante ultrapasse os R$ 200 milhões graças ao título da Libertadores e à participação no Mundial de Clubes. As dívidas, porém, cresceram na mesma proporção e passaram de R$ 265 milhões, em 2008, para R$ 414 milhões em 2012.
A prioridade de Kalil, no entanto, não é quitar dívidas. Ele queria conquistar um título de expressão, algo que o Galo não conseguia desde o Campeonato Brasileiro de 1971. Alcançado esse objetivo, o clube agora vai investir pesado na internacionalização da sua marca. O passo mais importante para atingir essa meta a curto prazo é vencer o Mundial de Clubes, que será disputado em dezembro no Marrocos.
Para tentar superar o favorito Bayern de Munique, a meta da diretoria é segurar as principais peças do elenco, sobretudo Bernard, alvo de cobiça de vários clubes da Europa. O garoto recebeu propostas de Arsenal (Inglaterra), Porto (Portugal) e Shakhtar Donetsk (Ucrânia). A diretoria pediu que as negociações fossem retomadas somente depois da decisão da Libertadores e nesta quinta-feira mesmo o atacante passou a decidir o seu futuro.
Uma coisa é certa: Bernard não quer ir para o Shakhtar porque acha que lá vai se "esconder" e perder espaço com Felipão na seleção brasileira.
Se depender da diretoria, apesar das propostas milionárias (fala-se em R$ 75 milhões), Bernard não sai antes do Mundial. Mas, se o atacante decidir ir para a Europa, está certo que o dinheiro será usado em novas contratações e não para pagar dívidas. "Se tivermos de vendê-lo, vamos usar a criatividade para buscar outro jogador", avisou o diretor de futebol do clube mineiro, Eduardo Maluf.
Reforços
O clube quer reforços pontuais. Como a janela de transferências para a contratação de jogadores do exterior está fechada, a diretoria vai atrás de atletas no mercado brasileiro. O problema é que as opções são escassas, já que são poucos os jogadores da Série A do Brasileiro que não atingiram o limite de seis jogos que permite a eles defender outra equipe na competição.
"Esse título da Libertadores nos obriga a trazer mais bons jogadores para o fim do ano. Com isso vamos subir de patamar e, quem sabe, beliscar uma Copa do Brasil. Vamos manter os que estão aqui e trazer umas três pecinhas para melhorar o nosso time", disse Cuca.
Por ter participado da Libertadores, o Galo entra já nas oitavas de final da Copa do Brasil, a partir do próximo mês. Devido ao título, o time já está garantido na próxima edição do torneio continental. Assim, o objetivo da equipe na Copa do Brasil não é a vaga dada ao campeão na Libertadores, mas apenas aumentar a sua sala de troféus com uma taça que o clube nunca conquistou.
Espelho
O Corinthians, campeão da Libertadores e do mundo em 2012, é a referência do Atlético-MG. Depois que conquistou a América, o clube paulista vendeu apenas dois titulares: o zagueiro Leandro Castán e o meio-campista Alex. Com a base mantida, o Alvinegro contratou o peruano Guerrero, herói do título mundial.
"Tenho citado sempre o Corinthians como exemplo e está dando sorte, então vou continuar", afirmou Cuca.
Fonte: http://www.d24am.com
A prioridade de Kalil, no entanto, não é quitar dívidas. Ele queria conquistar um título de expressão, algo que o Galo não conseguia desde o Campeonato Brasileiro de 1971. Alcançado esse objetivo, o clube agora vai investir pesado na internacionalização da sua marca. O passo mais importante para atingir essa meta a curto prazo é vencer o Mundial de Clubes, que será disputado em dezembro no Marrocos.
Para tentar superar o favorito Bayern de Munique, a meta da diretoria é segurar as principais peças do elenco, sobretudo Bernard, alvo de cobiça de vários clubes da Europa. O garoto recebeu propostas de Arsenal (Inglaterra), Porto (Portugal) e Shakhtar Donetsk (Ucrânia). A diretoria pediu que as negociações fossem retomadas somente depois da decisão da Libertadores e nesta quinta-feira mesmo o atacante passou a decidir o seu futuro.
Uma coisa é certa: Bernard não quer ir para o Shakhtar porque acha que lá vai se "esconder" e perder espaço com Felipão na seleção brasileira.
Se depender da diretoria, apesar das propostas milionárias (fala-se em R$ 75 milhões), Bernard não sai antes do Mundial. Mas, se o atacante decidir ir para a Europa, está certo que o dinheiro será usado em novas contratações e não para pagar dívidas. "Se tivermos de vendê-lo, vamos usar a criatividade para buscar outro jogador", avisou o diretor de futebol do clube mineiro, Eduardo Maluf.
Reforços
O clube quer reforços pontuais. Como a janela de transferências para a contratação de jogadores do exterior está fechada, a diretoria vai atrás de atletas no mercado brasileiro. O problema é que as opções são escassas, já que são poucos os jogadores da Série A do Brasileiro que não atingiram o limite de seis jogos que permite a eles defender outra equipe na competição.
"Esse título da Libertadores nos obriga a trazer mais bons jogadores para o fim do ano. Com isso vamos subir de patamar e, quem sabe, beliscar uma Copa do Brasil. Vamos manter os que estão aqui e trazer umas três pecinhas para melhorar o nosso time", disse Cuca.
Por ter participado da Libertadores, o Galo entra já nas oitavas de final da Copa do Brasil, a partir do próximo mês. Devido ao título, o time já está garantido na próxima edição do torneio continental. Assim, o objetivo da equipe na Copa do Brasil não é a vaga dada ao campeão na Libertadores, mas apenas aumentar a sua sala de troféus com uma taça que o clube nunca conquistou.
Espelho
O Corinthians, campeão da Libertadores e do mundo em 2012, é a referência do Atlético-MG. Depois que conquistou a América, o clube paulista vendeu apenas dois titulares: o zagueiro Leandro Castán e o meio-campista Alex. Com a base mantida, o Alvinegro contratou o peruano Guerrero, herói do título mundial.
"Tenho citado sempre o Corinthians como exemplo e está dando sorte, então vou continuar", afirmou Cuca.
Fonte: http://www.d24am.com
Felipe Massa deixou claro nessa quinta-feira, em entrevista para a Globo, que uma possível saída da Ferrari, no final deste ano, por uma não renovação do atual contrato, deverá significar o fim da carreira do piloto brasileiro, de 32 anos de idade, na F1.
Mais uma vez, o piloto vive um momento delicado após acumular resultados ruins nas últimas corridas da temporada. O próprio piloto admitiu a situação desconfortável logo após o GP da Alemanha: “Já saí muitas vezes do buraco, tenho certeza de que mais uma vez vou sair”.
Nas últimas semanas aumentaram os rumores sobre pilotos que poderão substituir Felipe, no caso de uma substituição para 2014. Entre os candidatos estão: Jules Bianchi [Marussia], Paul di Resta [Force India] e, mais recentemente, até Nico Hülkenberg [Sauber].
O fim – “Eu quero continuar na F1, mas para competir. Não apenas para participar”, declarou Massa em Hungaroring, Budapeste, onde está para a disputa do GP da Hungria. “Se, por alguma razão, não puder permanecer na Ferrari, tentarei outra equipe”, seguiu.
“Mas se eu tiver chances apenas em equipes pequenas, não estou interessado”, afirmou o brasileiro.
Mais do que o desempenho apagado nas últimas etapas desse ano, o piloto brasileiro vive uma ‘crise’ maior na carreira. De acordo com reportagem do UOL Esporte, Felipe vive longa seca de vitórias na Fórmula 1. São 76 GPs sem frequentar o lugar mais alto do pódio. É o maior jejum de um piloto da Ferrari na história.
Fonte: http://amigosdavelocidade.uol.com.br
Mais uma vez, o piloto vive um momento delicado após acumular resultados ruins nas últimas corridas da temporada. O próprio piloto admitiu a situação desconfortável logo após o GP da Alemanha: “Já saí muitas vezes do buraco, tenho certeza de que mais uma vez vou sair”.
Nas últimas semanas aumentaram os rumores sobre pilotos que poderão substituir Felipe, no caso de uma substituição para 2014. Entre os candidatos estão: Jules Bianchi [Marussia], Paul di Resta [Force India] e, mais recentemente, até Nico Hülkenberg [Sauber].
O fim – “Eu quero continuar na F1, mas para competir. Não apenas para participar”, declarou Massa em Hungaroring, Budapeste, onde está para a disputa do GP da Hungria. “Se, por alguma razão, não puder permanecer na Ferrari, tentarei outra equipe”, seguiu.
“Mas se eu tiver chances apenas em equipes pequenas, não estou interessado”, afirmou o brasileiro.
Mais do que o desempenho apagado nas últimas etapas desse ano, o piloto brasileiro vive uma ‘crise’ maior na carreira. De acordo com reportagem do UOL Esporte, Felipe vive longa seca de vitórias na Fórmula 1. São 76 GPs sem frequentar o lugar mais alto do pódio. É o maior jejum de um piloto da Ferrari na história.
Fonte: http://amigosdavelocidade.uol.com.br
O sistema de compra e retirada de ingressos para as partidas da Copa das Confederações, que aconteceu neste ano em seis das 12 cidades-sede da Copa de 2014, foi a maior reclamação dos torcedores brasileiros sobre a competição ao Procon (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor). Depois do sistema de compra pela internet, que ficou em primeiro lugar na lista de reclamações, e de retirada dos ingressos, aparece a localização dos lugares comprados dentro dos estádios.
Levantamento do UOL Esporte feito junto aos Procons do Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco, Distrito Federal, Ceará e Minas Gerais mostra que torcedores reclamaram ainda da falta de filas preferenciais para idosos, gestantes e portadores de deficiência física, tanto nos locais de retirada das entradas quanto nas arenas dos jogos. Outra reclamação recorrente foi o preço dos itens de consumo dentro dos estádios e, em algumas partidas, o término destes por quantidade insuficiente para o número de torcedores, dentre outras.
Em cinco dos seis estados-sede da Copa das Confederações, ao todo foram registradas 69 reclamações contra a Fifa, a Match (empresa parceira responsável por venda de ingressos para a Fifa) ou a competição em si. No Distrito Federal foram registradas 32 reclamações, o maior número dentre as sedes do mundial de futebol. Em Pernambuco foram 15 queixas, na Bahia dez, no Ceará sete e no Rio de Janeiro, cinco.
O Procon de Minas Gerais confirma, através de sua assessoria de imprensa, que diversas reclamações foram registradas, mas que não é possível dizer quantas pois não há um sistema para totalizar a informação. É possível que haja queixas registradas em Procons de outros estados brasileiros, mas normalmente são recebidas e conduzidas nos Procons das praças onde ocorreu o evento em questão.
"Teve casos de pais que foram obrigados a sentar longe dos filhos, pois só na hora de retirar os ingressos ficaram sabendo quais lugares haviam comprado", diz Gisela Simona, superintendente do Procon de Mato Grosso e presidente da Associação Brasileira de Procons. "O principal problema foi a falta de informações. Ao longo do processo de compra teve muita gente que não foi sabia que não poderia escolher o lugar e sim apenas a categoria dos ingressos, por exemplo", afirma a presidente da associação.
Gato por lebre
Os casos mais graves de violação dos direitos do consumidor aconteceram no Recife, onde torcedores compraram ingressos para categorias mais caras e acabaram com entradas para sentar na categoria 4, a mais barata e pior localizada na Arena Pernambuco. A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) chegou a propor uma ação, mas o Procon-PE afirma que conseguiu um acordo com a Match para a devolução do dinheiro aos torcedores prejudicados. A empresa teria afirmado que, com o atraso na construção do estádio, não recebeu a planta da localização exata dos setores e lugares, o que causou a confusão. Houve torcedor que comprou ingresso para a categoria 4 mas sentou-se na categoria 1, a mais cara.
Aiuri Rebello
Do UOL, em Brasília
Levantamento do UOL Esporte feito junto aos Procons do Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco, Distrito Federal, Ceará e Minas Gerais mostra que torcedores reclamaram ainda da falta de filas preferenciais para idosos, gestantes e portadores de deficiência física, tanto nos locais de retirada das entradas quanto nas arenas dos jogos. Outra reclamação recorrente foi o preço dos itens de consumo dentro dos estádios e, em algumas partidas, o término destes por quantidade insuficiente para o número de torcedores, dentre outras.
Em cinco dos seis estados-sede da Copa das Confederações, ao todo foram registradas 69 reclamações contra a Fifa, a Match (empresa parceira responsável por venda de ingressos para a Fifa) ou a competição em si. No Distrito Federal foram registradas 32 reclamações, o maior número dentre as sedes do mundial de futebol. Em Pernambuco foram 15 queixas, na Bahia dez, no Ceará sete e no Rio de Janeiro, cinco.
O Procon de Minas Gerais confirma, através de sua assessoria de imprensa, que diversas reclamações foram registradas, mas que não é possível dizer quantas pois não há um sistema para totalizar a informação. É possível que haja queixas registradas em Procons de outros estados brasileiros, mas normalmente são recebidas e conduzidas nos Procons das praças onde ocorreu o evento em questão.
"Teve casos de pais que foram obrigados a sentar longe dos filhos, pois só na hora de retirar os ingressos ficaram sabendo quais lugares haviam comprado", diz Gisela Simona, superintendente do Procon de Mato Grosso e presidente da Associação Brasileira de Procons. "O principal problema foi a falta de informações. Ao longo do processo de compra teve muita gente que não foi sabia que não poderia escolher o lugar e sim apenas a categoria dos ingressos, por exemplo", afirma a presidente da associação.
Gato por lebre
Os casos mais graves de violação dos direitos do consumidor aconteceram no Recife, onde torcedores compraram ingressos para categorias mais caras e acabaram com entradas para sentar na categoria 4, a mais barata e pior localizada na Arena Pernambuco. A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) chegou a propor uma ação, mas o Procon-PE afirma que conseguiu um acordo com a Match para a devolução do dinheiro aos torcedores prejudicados. A empresa teria afirmado que, com o atraso na construção do estádio, não recebeu a planta da localização exata dos setores e lugares, o que causou a confusão. Houve torcedor que comprou ingresso para a categoria 4 mas sentou-se na categoria 1, a mais cara.
Aiuri Rebello
Do UOL, em Brasília
Morreu o ex-lateral direito Djalma Santos, bicampeão mundial pela seleção brasileira e ídolo de Palmeiras, Portuguesa e Atlético-PR, aos 84 anos, em Uberaba (MG), nesta terça-feira.
O ex-jogador estava internado no hospital Doutor Helio Angotti desde o dia 1º de julho. O hospital divulgou que ele morreu às 19h30 em decorrência da pneumonia grave e da instabilidade hemodinâmica que provocaram uma parada cardiorrespiratória.
Considerado um dos maiores laterais da história do futebol brasileiro, Djalma Santos nasceu em São Paulo em 27 de fevereiro de 1929. Brilhou na Portuguesa, Palmeiras e Atlético-PR.
Quando despontou na Portuguesa, no final dos anos 40, Djalma era conhecido apenas de Santos. Chegou a atuar como meio-médio, como um volante, mas foi na lateral direita onde explodiu.
Ele participou, com destaque, de três jogos do Brasil na Copa de 1954, na Suíça.
No Mundial de 1958, atuou apenas a partida final, na vaga de De Sordi, que não tinha condição de jogar. O Brasil venceu a Suécia por 5 a 2, e Djalma teve ótima atuação, o que fez ser apontado como um dos principais atletas do torneio.
No período em que esteve na Portuguesa, o clube conquistou dois títulos do prestigiado Torneio Rio-São Paulo, em 1952 e1955.
Djalma atuou pelo Palmeiras entre 1959 e 1968. Lá, pelo time, que ficou conhecido como "Academia", conquistou duas Taças Brasil (1960 e 1967), um torneio Roberto Gomes Pedrosa (1967), um Rio-São Paulo (1965) e três Paulistas (1959, 1963 e 1966).
Na Copa de 1962, ele brilhou novamente ao participar das seis partidas da campanha vitoriosa no Chile.
Djalma também defendeu a seleção brasileira na Copa da Inglaterra, em 1966, quando jogou duas vezes.
O atleta encerrou a sua passagem pelo Palmeiras com 498 partidas (295 vitórias, 105 empates e 98 derrotas).
Os dois últimos anos de sua carreira foram no Atlético-PR, clube por qual ganhou seu último título, o Paranaense, em 1970, aos 41 anos. Sua despedida da equipe aconteceu em um amistoso no dia 21 de janeiro de 1971.
O ex-jogador estava internado no hospital Doutor Helio Angotti desde o dia 1º de julho. O hospital divulgou que ele morreu às 19h30 em decorrência da pneumonia grave e da instabilidade hemodinâmica que provocaram uma parada cardiorrespiratória.
Considerado um dos maiores laterais da história do futebol brasileiro, Djalma Santos nasceu em São Paulo em 27 de fevereiro de 1929. Brilhou na Portuguesa, Palmeiras e Atlético-PR.
Quando despontou na Portuguesa, no final dos anos 40, Djalma era conhecido apenas de Santos. Chegou a atuar como meio-médio, como um volante, mas foi na lateral direita onde explodiu.
Ele participou, com destaque, de três jogos do Brasil na Copa de 1954, na Suíça.
No Mundial de 1958, atuou apenas a partida final, na vaga de De Sordi, que não tinha condição de jogar. O Brasil venceu a Suécia por 5 a 2, e Djalma teve ótima atuação, o que fez ser apontado como um dos principais atletas do torneio.
No período em que esteve na Portuguesa, o clube conquistou dois títulos do prestigiado Torneio Rio-São Paulo, em 1952 e1955.
Djalma atuou pelo Palmeiras entre 1959 e 1968. Lá, pelo time, que ficou conhecido como "Academia", conquistou duas Taças Brasil (1960 e 1967), um torneio Roberto Gomes Pedrosa (1967), um Rio-São Paulo (1965) e três Paulistas (1959, 1963 e 1966).
Na Copa de 1962, ele brilhou novamente ao participar das seis partidas da campanha vitoriosa no Chile.
Djalma também defendeu a seleção brasileira na Copa da Inglaterra, em 1966, quando jogou duas vezes.
O atleta encerrou a sua passagem pelo Palmeiras com 498 partidas (295 vitórias, 105 empates e 98 derrotas).
Os dois últimos anos de sua carreira foram no Atlético-PR, clube por qual ganhou seu último título, o Paranaense, em 1970, aos 41 anos. Sua despedida da equipe aconteceu em um amistoso no dia 21 de janeiro de 1971.
A atividade, na pré-escola, era sobre folclore brasileiro. Aos alunos, crianças de cinco e seis anos, foi pedido um desenho que simbolizasse o tema. Ao corrigi-los, a professora se deparou com um saci-pererê com uma bola ao lado. Chamou o autor e disse-lhe que seria impossível o saci jogar futebol. "Ah, ele joga com uma perna só", foi a resposta, de bate-pronto.
A passagem aconteceu na Escola Estadual de Ensino Fundamental Antonio Vicente, no humilde bairro de José Pinheiro, em Campina Grande. O desenhista, um garoto troncudinho de fala mansa, jeito calmo, gestos firmes. Seu nome: Givanildo Vieira de Souza.
Vinte anos depois, aquele menino que recorreu ao saci para expressar sua paixão pelo futebol tornou-se um dos jogadores mais importantes da seleção de Felipão, é supervalorizado na Europa e começa a vencer a resistência do torcedor brasileiro.
Torcedor que implicava com ele por causa de seu apelido, incomum no futebol, por sua origem nordestina e, convenhamos, também por algumas caneladas.
Hoje, Givanildo é campeão da Copa das Confederações e virou Hulk - aliás, já virara à época em que imaginou o saci-pererê jogando bola. "Foi meu pai quem colocou quando eu tinha três anos. Ficava em frente à TV imitando o Incrível Hulk (o super-herói da ficção), falava que tinha força", explica o atacante. "Se me chamam de Givanildo, até estranho.’’
Único homem dos sete filhos do casal Djovan e Maria do Socorro, desde bebê Hulk ele era "fortinho". Para a mãe, isso se deve ao fato de ela tê-lo amamentado até os três anos. Gostava de brincar de esconde-esconde e, claro, de jogar bola.
"Era uma criança dócil, tranquila. Não brigava com os outros", lembra Delvita de Souza Maranhão, professora responsável pela alfabetização de Hulk, e também a da história do saci. "Era estudioso, mas não podia ver uma bola que saía correndo atrás.’’
CONTRARIEDADE
De uma coisa, no entanto, Hulk não gostava: ajudar os pais na barraca de carne que era o ganha-pão da família, numa feira da cidade. Era falar em ir para a feira e Hulk ficava carrancudo. Acabava indo, mesmo porque o pai, que perdeu as contas de quantas bolas comprou para o filho, só o deixava jogar futebol se ele ajudasse na lida.
E Hulk foi crescendo. Com dez anos, começou a jogar numa escolinha em que um amigo de seu pai era técnico. Não podia pagar, mas José Antonio da Costa, o Mano, viu nele um garoto talentoso e resolveu dar-lhe uma chance. "Decidi apostar, mesmo correndo risco de ter problemas com o dono da escolinha."
Assim, Hulk cruzou com o primeiro Mano de sua vida no futebol. O outro apareceria 14 anos depois. Foi Mano Menezes, que a partir de 2010 começou a lhe dar oportunidades mais assíduas na seleção - havia disputado dois amistosos sob o comando de Dunga, o primeiro a convocá-lo, em 2009.
De Mano a Mano, porém, muita coisa aconteceu na vida de Hulk. Da escolinha, tentou a sorte em times da Paraíba e com 14 anos teve sua primeira aventura fora do País: passou um tempo na base do Vilanovense, desconhecido clube de Portugal.
Pelo sonho, precisou dar um tempo nos estudos. "Givanildo era bom aluno, muito esforçado, mas o negócio dele era a bola. Tinha de viajar", conta Cláudia Freire Barbosa, que deu aulas de Matemática, Ciências e Ensino Religioso para Hulk na 4.ª quarta série no João Vicente.
Em Portugal, porém, Hulk não ficou. Foi parar no São Paulo, indicado por Zé do Egito, um empresário que o apoiou e de quem o jogador é amigo até hoje. O atacante passou quase todo o ano de 2002 na base do Tricolor, mas Zé do Egito alega que não recebeu o combinado e por isso levou-o de volta para a Paraíba.
O passo seguinte de Hulk foram as categorias de base do Vitória baiano. Em 2005, fez dois jogos pelo time profissional. Foi quando apareceu a oportunidade de ganhar o mundo.
Primeiro foi o Japão. Lá, jogou no Frontale, no Sapporo e no Tokyo Verdy. Em 2008, a volta a Portugal. O Porto pagou 6 milhões para levá-lo. Em pouco tempo, Hulk começava a ficar conhecido. Fez gols (78 em 173 jogos pelo time português), ganhou títulos e começou a ganhar dinheiro para valer.
Veio a seleção, primeiro com Dunga, depois com Mano Menezes, a Olimpíada de Londres e a contestação da torcida.
Em território nacional, Hulk só não era vaiado quando jogava pela seleção do Nordeste. Mas nunca reclamou de discriminação. "O torcedor critica porque é exigente. É natural, mas não vou me abalar", dizia.
EM ALTA
Na Europa, o prestígio só subia. O Zenit, da Rússia, pagou 60 milhões para tirá-lo do Porto, a mesma quantia que o Monaco oferece agora por seu futebol, que mistura força e aplicação tática. Hulk ajuda a fechar espaços quando o time é atacado, chega a cobrir o lateral, colabora na construção de jogadas e procura se aproveitar do chute forte com a perna esquerda para fazer gols - embora na Copa das Confederações sua perna estivesse descalibrada.
Mas o que interessa a ele é que, na competição, alcançou duas metas: foi campeão pela seleção e passou a ser mais aceito pela torcida, que, agora, o conhece melhor. "Cumprimos o nosso dever e eu, o meu objetivo", disse após o jogo com a Espanha, quando foi aplaudido com entusiasmo no Maracanã, mesmo local onde fora vaiado 28 dias antes, num amistoso com a Inglaterra.
As vaias e os aplausos, no entanto, não mudam Hulk. Ele continua dócil, tranquilo e apegado à família. "É um garoto especial", resume a mãe. E, como o super-herói da ficção, parece que nada é capaz de derrubá-lo, embora os amigos contem que ele ficou abalado com o sequestro da irmã Angélica em 2012, que teve final rápido e feliz.
Casado com Iran e pai de Ian e Tiago, cujos nomes traz tatuados no corpo, Hulk não dispensa uma boa festa junina. É talvez sua maior diversão. Também adora churrasco, embora jamais recuse um bom arroz com feijão.
Longe de casa a maior parte do tempo, sempre que pode volta ao lugares onde passou a infância em Campina Grande. Como a João Pinheiro, onde esteve no ano passado e reencontrou a professora Delvita, hoje aposentada e que, chamada à escola, foi recebida com emoção e choro por Hulk. "Ele me deu um abraço inesquecível. Continua simples, grato, ao contrário de outros que estão na mídia", diz Delvita. "Eu o alfabetizei e sei que ele jamais vai esquecer disso."
Fonte: Estadão
A passagem aconteceu na Escola Estadual de Ensino Fundamental Antonio Vicente, no humilde bairro de José Pinheiro, em Campina Grande. O desenhista, um garoto troncudinho de fala mansa, jeito calmo, gestos firmes. Seu nome: Givanildo Vieira de Souza.
Vinte anos depois, aquele menino que recorreu ao saci para expressar sua paixão pelo futebol tornou-se um dos jogadores mais importantes da seleção de Felipão, é supervalorizado na Europa e começa a vencer a resistência do torcedor brasileiro.
Torcedor que implicava com ele por causa de seu apelido, incomum no futebol, por sua origem nordestina e, convenhamos, também por algumas caneladas.
Hoje, Givanildo é campeão da Copa das Confederações e virou Hulk - aliás, já virara à época em que imaginou o saci-pererê jogando bola. "Foi meu pai quem colocou quando eu tinha três anos. Ficava em frente à TV imitando o Incrível Hulk (o super-herói da ficção), falava que tinha força", explica o atacante. "Se me chamam de Givanildo, até estranho.’’
Único homem dos sete filhos do casal Djovan e Maria do Socorro, desde bebê Hulk ele era "fortinho". Para a mãe, isso se deve ao fato de ela tê-lo amamentado até os três anos. Gostava de brincar de esconde-esconde e, claro, de jogar bola.
"Era uma criança dócil, tranquila. Não brigava com os outros", lembra Delvita de Souza Maranhão, professora responsável pela alfabetização de Hulk, e também a da história do saci. "Era estudioso, mas não podia ver uma bola que saía correndo atrás.’’
CONTRARIEDADE
De uma coisa, no entanto, Hulk não gostava: ajudar os pais na barraca de carne que era o ganha-pão da família, numa feira da cidade. Era falar em ir para a feira e Hulk ficava carrancudo. Acabava indo, mesmo porque o pai, que perdeu as contas de quantas bolas comprou para o filho, só o deixava jogar futebol se ele ajudasse na lida.
E Hulk foi crescendo. Com dez anos, começou a jogar numa escolinha em que um amigo de seu pai era técnico. Não podia pagar, mas José Antonio da Costa, o Mano, viu nele um garoto talentoso e resolveu dar-lhe uma chance. "Decidi apostar, mesmo correndo risco de ter problemas com o dono da escolinha."
Assim, Hulk cruzou com o primeiro Mano de sua vida no futebol. O outro apareceria 14 anos depois. Foi Mano Menezes, que a partir de 2010 começou a lhe dar oportunidades mais assíduas na seleção - havia disputado dois amistosos sob o comando de Dunga, o primeiro a convocá-lo, em 2009.
De Mano a Mano, porém, muita coisa aconteceu na vida de Hulk. Da escolinha, tentou a sorte em times da Paraíba e com 14 anos teve sua primeira aventura fora do País: passou um tempo na base do Vilanovense, desconhecido clube de Portugal.
Pelo sonho, precisou dar um tempo nos estudos. "Givanildo era bom aluno, muito esforçado, mas o negócio dele era a bola. Tinha de viajar", conta Cláudia Freire Barbosa, que deu aulas de Matemática, Ciências e Ensino Religioso para Hulk na 4.ª quarta série no João Vicente.
Em Portugal, porém, Hulk não ficou. Foi parar no São Paulo, indicado por Zé do Egito, um empresário que o apoiou e de quem o jogador é amigo até hoje. O atacante passou quase todo o ano de 2002 na base do Tricolor, mas Zé do Egito alega que não recebeu o combinado e por isso levou-o de volta para a Paraíba.
O passo seguinte de Hulk foram as categorias de base do Vitória baiano. Em 2005, fez dois jogos pelo time profissional. Foi quando apareceu a oportunidade de ganhar o mundo.
Primeiro foi o Japão. Lá, jogou no Frontale, no Sapporo e no Tokyo Verdy. Em 2008, a volta a Portugal. O Porto pagou 6 milhões para levá-lo. Em pouco tempo, Hulk começava a ficar conhecido. Fez gols (78 em 173 jogos pelo time português), ganhou títulos e começou a ganhar dinheiro para valer.
Veio a seleção, primeiro com Dunga, depois com Mano Menezes, a Olimpíada de Londres e a contestação da torcida.
Em território nacional, Hulk só não era vaiado quando jogava pela seleção do Nordeste. Mas nunca reclamou de discriminação. "O torcedor critica porque é exigente. É natural, mas não vou me abalar", dizia.
EM ALTA
Na Europa, o prestígio só subia. O Zenit, da Rússia, pagou 60 milhões para tirá-lo do Porto, a mesma quantia que o Monaco oferece agora por seu futebol, que mistura força e aplicação tática. Hulk ajuda a fechar espaços quando o time é atacado, chega a cobrir o lateral, colabora na construção de jogadas e procura se aproveitar do chute forte com a perna esquerda para fazer gols - embora na Copa das Confederações sua perna estivesse descalibrada.
Mas o que interessa a ele é que, na competição, alcançou duas metas: foi campeão pela seleção e passou a ser mais aceito pela torcida, que, agora, o conhece melhor. "Cumprimos o nosso dever e eu, o meu objetivo", disse após o jogo com a Espanha, quando foi aplaudido com entusiasmo no Maracanã, mesmo local onde fora vaiado 28 dias antes, num amistoso com a Inglaterra.
As vaias e os aplausos, no entanto, não mudam Hulk. Ele continua dócil, tranquilo e apegado à família. "É um garoto especial", resume a mãe. E, como o super-herói da ficção, parece que nada é capaz de derrubá-lo, embora os amigos contem que ele ficou abalado com o sequestro da irmã Angélica em 2012, que teve final rápido e feliz.
Casado com Iran e pai de Ian e Tiago, cujos nomes traz tatuados no corpo, Hulk não dispensa uma boa festa junina. É talvez sua maior diversão. Também adora churrasco, embora jamais recuse um bom arroz com feijão.
Longe de casa a maior parte do tempo, sempre que pode volta ao lugares onde passou a infância em Campina Grande. Como a João Pinheiro, onde esteve no ano passado e reencontrou a professora Delvita, hoje aposentada e que, chamada à escola, foi recebida com emoção e choro por Hulk. "Ele me deu um abraço inesquecível. Continua simples, grato, ao contrário de outros que estão na mídia", diz Delvita. "Eu o alfabetizei e sei que ele jamais vai esquecer disso."
Fonte: Estadão
O presidente da Fifa, Joseph Blatter, afirmou em entrevista à agência DPA nesta quarta-feira que o Brasil pode ter sido uma escolha errada para ser sede da Copa do Mundo de 2014 por conta dos recentes protestos contra a realização do torneio durante a Copa das Confederações, no mês passado.
O dirigente disse à agência alemã que "se acontecer novamente, nós teremos que questionar se tomamos uma decisão errada ao escolher o país como sede" e que a Fifa não tem nada para aprender com os protestos, mas sim os políticos brasileiros.
"Nós não temos nada que aprender com os protestos, mas os políticos do Brasil sim", analisou Blatter, que entende que "a Fifa não pode ser responsabilizada" pela desigualdade social no Brasil.
As declarações foram dadas em um congresso sobre esporte, mídia e economia organizado por Franz Beckenbauer na Áustria e o dirigente afirmou que retomará o assunto em encontro com a presidente Dilma Rousseff em setembro.
Milhares de pessoas tomaram as ruas durante a realização dos jogos da Copa das Confederações para questionar os gastos governamentais para a construção de estádios e criticar a falta de investimento em outras áreas, principalmente saúde e educação.
Cidades como Belo Horizonte, Fortaleza, Salvador e Rio de Janeiro foram os principais palcos das manifestações, que muitas vezes acabavam em atos de vandalismo e conflitos entre ativistas e policiais. A rotina dos membros da organização da Copa das Confederações chegou a ser alterada por conta dos acontecimentos.
Brasília, palco apenas do jogo de abertura da competição entre Brasil e Japão, também recebeu um violento protesto.
O dirigente disse à agência alemã que "se acontecer novamente, nós teremos que questionar se tomamos uma decisão errada ao escolher o país como sede" e que a Fifa não tem nada para aprender com os protestos, mas sim os políticos brasileiros.
"Nós não temos nada que aprender com os protestos, mas os políticos do Brasil sim", analisou Blatter, que entende que "a Fifa não pode ser responsabilizada" pela desigualdade social no Brasil.
As declarações foram dadas em um congresso sobre esporte, mídia e economia organizado por Franz Beckenbauer na Áustria e o dirigente afirmou que retomará o assunto em encontro com a presidente Dilma Rousseff em setembro.
Milhares de pessoas tomaram as ruas durante a realização dos jogos da Copa das Confederações para questionar os gastos governamentais para a construção de estádios e criticar a falta de investimento em outras áreas, principalmente saúde e educação.
Cidades como Belo Horizonte, Fortaleza, Salvador e Rio de Janeiro foram os principais palcos das manifestações, que muitas vezes acabavam em atos de vandalismo e conflitos entre ativistas e policiais. A rotina dos membros da organização da Copa das Confederações chegou a ser alterada por conta dos acontecimentos.
Brasília, palco apenas do jogo de abertura da competição entre Brasil e Japão, também recebeu um violento protesto.
'RMC' afirma que investimento dos franceses será semelhante ao que tirou Falcao García do Atlético de Madri. Brasileiro já teria acordado os salários
O futebol francês segue gastando como se não houvesse amanhã. Mesmo diante de um pacotão de reforços encabeçado pelo colombiano Falcao García, o Monaco prepara uma "resposta" à contratação de Edinson Cavani por parte do Paris Saint-Germain. Trata-se do brasileiro Hulk, atualmente no Zenit St. Petersburgo, mas aparentemente muito próximo de se tornar outro sul-americano a rumar para a França.
De acordo com a rádio "RMC Sport", o atacante já teria inclusive acertado salários com a equipe do bilionário russo Dmitry Byboloblev. Faltaria um acordo entre o Monaco e o Zenit, teoricamente questão de tempo depois dos € 60 milhões (R$ 174 milhões) oferecidos pelos franceses.
- Cabe ao clube confirmar isso e comunicar à imprensa - limitou-se a dizer Teodoro Fonseca, agente do jogador.
O montante é o mesmo que tirou Falcao García, ex-companheiro de Hulk no Porto, do Atlético de Madri. Os € 60 milhões colocariam o brasileiro entre as três maiores contratações da temporada 2013/2014, à frente de Neymar, por exemplo. Ele também estaria entre as seis maiores da história - já ocupa o 10º posto. No Monaco, o brasileiro reencontraria também o colombiano James Rodríguez e o português João Moutinho, outros colegas nos tempos de Dragão.
O futebol francês segue gastando como se não houvesse amanhã. Mesmo diante de um pacotão de reforços encabeçado pelo colombiano Falcao García, o Monaco prepara uma "resposta" à contratação de Edinson Cavani por parte do Paris Saint-Germain. Trata-se do brasileiro Hulk, atualmente no Zenit St. Petersburgo, mas aparentemente muito próximo de se tornar outro sul-americano a rumar para a França.
De acordo com a rádio "RMC Sport", o atacante já teria inclusive acertado salários com a equipe do bilionário russo Dmitry Byboloblev. Faltaria um acordo entre o Monaco e o Zenit, teoricamente questão de tempo depois dos € 60 milhões (R$ 174 milhões) oferecidos pelos franceses.
- Cabe ao clube confirmar isso e comunicar à imprensa - limitou-se a dizer Teodoro Fonseca, agente do jogador.
O montante é o mesmo que tirou Falcao García, ex-companheiro de Hulk no Porto, do Atlético de Madri. Os € 60 milhões colocariam o brasileiro entre as três maiores contratações da temporada 2013/2014, à frente de Neymar, por exemplo. Ele também estaria entre as seis maiores da história - já ocupa o 10º posto. No Monaco, o brasileiro reencontraria também o colombiano James Rodríguez e o português João Moutinho, outros colegas nos tempos de Dragão.
Registro do golaço marcado pelo craque brasileiro em Brasília, diante do Japão, foi feito a mais de 2 mil metro de altura por aeronave da Força Aérea Brasileira
Uma das principais aeronaves da FAB (Força Aérea Brasileira), a Hermes 450 (RQ-450), do Esquadrão Horus, registrou com sua câmera de alta definição o primeiro gol do Brasil na Copa das Confederações no último dia 15 de julho. Sobrevoando o Estádio Nacional Mané Garrincha para missões de inteligência, vigilância e reconhecimento nas imediações, o avião filmou o exato momento que Neymar recebe o passe de Fred e manda a bomba pro fundo do gol.
No momento exato do registro, o Hermes 450, fabricado pela Elbit Systems e foi fornecido ao Brasil pela subsidiária brasileira da empresa - a AEL Sistemas, com sede em Porto Alegre, estava a 2 mil metros de altura e capitou todos os detalhes do primeiro gol da vitória brasileira sobre o Japão, por 3 a 0.
Uma das principais aeronaves da FAB (Força Aérea Brasileira), a Hermes 450 (RQ-450), do Esquadrão Horus, registrou com sua câmera de alta definição o primeiro gol do Brasil na Copa das Confederações no último dia 15 de julho. Sobrevoando o Estádio Nacional Mané Garrincha para missões de inteligência, vigilância e reconhecimento nas imediações, o avião filmou o exato momento que Neymar recebe o passe de Fred e manda a bomba pro fundo do gol.
No momento exato do registro, o Hermes 450, fabricado pela Elbit Systems e foi fornecido ao Brasil pela subsidiária brasileira da empresa - a AEL Sistemas, com sede em Porto Alegre, estava a 2 mil metros de altura e capitou todos os detalhes do primeiro gol da vitória brasileira sobre o Japão, por 3 a 0.
Neymar nem fez sua estreia ainda, mas o Barcelona já está usando o craque para promover seus eventos. Ele aparece em um cartaz anunciando uma partida amistosa contra a seleção da Malásia, dia 10 de agosto , ao lado de três dos maiores ídolos do clube catalão: Messi, Xavi e Puyol.
Nem o meia Iniesta figura na peça publicitária. Isso dá a dimensão do prestígio com que Neymar chegará ao clube espanhol e o tanto que se espera dele em termos de propaganda para a equipe.
A estreia do atacante deve acontecer no dia 2 de agosto, em um amistoso justamente com o Santos, clube que o revelou. A turnê pela Ásia, quando o Barcelona enfrentará a seleção da Tailândia, começa no dia 7 do mesmo mês.
Fonte: UOL Esporte 13/07/2013 16:48


