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Menos de dois anos após a exumação dos restos mortais de d. Pedro 1º, o primeiro imperador brasileiro, e de suas duas mulheres, as imperatrizes d. Leopoldina e d. Amélia, a mesma equipe de cientistas da Universidade de São Paulo (USP) deve estudar os remanescentes do Segundo Reinado: o imperador d. Pedro 2º e sua mulher, d. Teresa Cristina, a filha do casal, princesa Isabel, e seu marido, o conde D'Eu.
 A reportagem apurou que os trâmites já estão bem avançados e a exumação deve ocorrer neste semestre. Com o know-how adquirido no estudo anterior, a maior dificuldade desta fase será o traslado dos restos mortais até o Hospital das Clínicas, em São Paulo, onde os exames serão realizados. Isso porque, se na primeira vez os nobres estavam sepultados na cripta do Parque da Independência, no Ipiranga, d. Pedro 2º e família estão bem mais distantes: a 463 km da capital paulista, no Mausoléu Imperial, na Catedral de Petrópolis, no Rio.
Os responsáveis pelo estudo ainda analisam se o transporte será realizado por via terrestre ou aérea - mas já sabem que ao menos no primeiro trecho, o da Serra de Petrópolis, o transporte deve ser rodoviário.
Assim como nos trabalhos realizados em 2012, os restos mortais da família devem ser submetidos a uma bateria de exames, como tomografias e ressonâncias magnéticas. As análises serão acompanhadas por radiologistas e patologistas, entre outros especialistas. Os diagnósticos são de ponta. Cálculos realizados a pedido da reportagem em 2013 mostravam que exames similares não sairiam por menos de R$ 150 mil.
Acredita-se que o corpo da princesa Isabel esteja embalsamado - o que é visto com otimismo pelos pesquisadores, uma vez que um corpo bem conservado propicia pesquisas avançadas. Uma das surpresas do estudo anterior foi o fato de d. Amélia, segunda mulher de d. Pedro 1º, estar mumificada.

Segredo

Realizados em sigilo entre fevereiro e setembro de 2012, os estudos com d. Pedro 1º e suas duas mulheres foram divulgados com exclusividade pela reportagem em fevereiro de 2013.
Entre outras revelações, o estudo desmentiu a versão histórica de que d. Leopoldina teria caído, ou sido derrubada, de uma escadaria e fraturado o fêmur. Ficou provado que d. Pedro 1º tinha quatro costelas fraturadas, resultado de dois acidentes a cavalo.
As informações são do jornal O "Estado de S. Paulo".
Acredita-se que ele tenha morrido após atirar contra si próprio em um bunker em Berlim ao se dar conta de que a Alemanha havia perdido a Segunda Guerra Mundial (1939-45), em 1945.
Mas um novo livro sobre a personagem histórica defende a tese de que Adolf Hitler, na verdade, escapou de seu esconderijo e morreu incógnito em 1984, na pequena cidade de Nossa Senhora do Livramento, fronteiriça do Brasil com a Bolívia --e que isso pode ser comprovado através de uma imagem. É o que conta o jornal "Daily Mail".
Segundo o livro, Hitler teria escapado para a Argentina, depois para o Paraguai, antes de estabelecer no Estado brasileiro do Mato Grosso, atraído por um tesouro escondido -- e portando um mapa para encontrá-lo, dado a ele pelo Vaticano.
Ainda de acordo com a publicação, em um plano super elaborado, Hitler teria mantido um relacionamento de fachada com uma mulher negra chamada Cutinga -- pela tese, isso foi feito para ele não pudesse, nem de longe, ser confundido com o ditador que odiava qualquer pessoa que não se encaixasse em seu padrão ariano.
Toda essa teoria, considerada por boa parte da imprensa internacional como "bizarra", foi formulada pela pós-graduanda Simoni Renee Guerreiro Dias, no livro "Hitler no Brasil --sua vida e sua morte".

Teste de DNA e "caça ao tesouro"

Segundo a pesquisadora, Hitler, no Brasil, chamava-se Adolf Leipzig, um "alemão velho", como era conhecido pelos moradores na pequena cidade.
Agora, após lançar o livro, a brasileira planeja provar sua tese através de um exame de DNA. Simoni vai pleitear a exumação do corpo de Adolf Leipzig e comparar com amostras de um parente de Hitler que vive em Israel.
A pesquisadora, que é estudante de jornalismo, associa, ainda, a chegada do Fuhrer na área com uma oferta do Vaticano de direitos de propriedade sobre tesouro jesuíta enterrado em uma caverna perto de seu lar adotivo.

Fonte: http://noticias.uol.com.br
Dois adolescentes de 14 e 17 anos foram apreendidos após aplicar golpes em um posto de combustíveis com notas falsas, na cidade de Areia, no Brejo paraibano, nesse domingo (3). De acordo com cabo José de Anchieta, do pelotão da Polícia Militar da cidade, os acusados estavam com R$ 415,00 falsos.
O policial comentou que os menores foram detidos após o frentista do posto perceber que os menores abasteceram uma moto twistter preta, com notas de cinco reais falsas. “Após as denúncias saímos em diligências. Houve perseguição e os adolescentes tentaram se desfazer do pacote de notas falsas, mas conseguimos êxito na ação. Contabilizamos R$ 415,00 em notas falsas de R$ 5”.
Os adolescentes disseram que são da cidade de Guarabira e estavam indo em direção a Solânea visitar as namoradas. “Não acreditamos na versão deles e acreditamos que a dupla iria fazer um derrame de notas falsas na região. Mas, a Polícia Militar agiu rápido e apreendeu os garotos”, disse o cabo Anchieta.
Segundo o cabo, os menores foram encaminhados para a Central de Polícia Civil de Campina Grande e apresentados a delegada plantonista.

http://portalcorreio.uol.com.br
Uma praga de grilos tem tirado o sossego da população da região metropolitana de Guarabira e muitas outras localizadas no brejo paraibano. Além da cidade de Guarabira, os insetos têm incomodado bastante as cidades de Alagoinha, Alagoa Grande, Mulungu, Cuitegí, Araçagi e Mari.
MARI, Guarabira e região: Praga de grilos invade cidades e tira sossêgo dos moradores
Foto mostra parede infestada pelos grilos negros
“É grilo demais. É grilo com força. As vezes nós vestimos a roupa e quando vamos olhar encontramos dois três nos bolsos”, disse o radialista Cristiano Alves, afirmando que todos os dias a sua mãe retira de dentro de casa cerca de uma pá de insetos. “Os grilos estão em todos os lugares e também atrapalham as refeições. Estão no banheiro e também na cozinha”, disse.
Um caso curioso nos relatou o repórter da Guarabira FM e blogueiro Jean Ganso. De acordo com ele, os grilos chegaram a incomodar durante a apresentação do programa jornalístico que ele participa quando estavam escondidos dentro do estúdio.
“Tinha uns cinco dentro do estúdio e os ouvintes chegaram a ligar relatando que estavam ouvindo o barulho que eles faziam”, disse Ganso ao relatar que uma das coisas que mais incomodam são as ‘cantigas dos grilos’.
Em entrevista a uma emissora de rádio local, o integrante da coordenação de Vigilância Ambiental da 2ª Gerência Regional de Saúde, Luis Bandeira, falou do assunto.
MARI, Guarabira e região: Praga de grilos invade cidades e tira sossego dos moradores
Sala de aula infestada por grilos
Bandeira avaliou que a proliferação dos grilos se trata de um descontrole ambiental e explicou que o inseto não transmite doenças.
Ele não soube explicar o que tenha motivado esse descontrole ambiental, mas alegou que pode estar ligado ao fato de o seu principal predador, o sapo, não ter se procriado em quantidades regulares.

Fonte: marifuxico.blogspot.com.br
A 1ª Reunião Nordestina de Ciência do Solo, ocorrida no período de 22 a 26 de setembro, no município de Areia (PB), foi concluída com êxito de acordo com a avaliação da Comissão Organizadora. A adesão dos profissionais e estudantes superou as expectativas em termos de público e de qualidade dos conteúdos apresentados e discutidos: participaram mais de 500 profissionais e estudantes, foram submetidos e aceitos cerca de 430 resumos expandidos, destes pouco mais de 330 foram apresentados em formato de pôsteres, e a visita técnica contou com quase 100 participantes. O evento também contou com uma programação rica e diversificada, e com um excelente conteúdo científico, composto por duas conferências, vinte palestras, cinco minicursos, e um Simpósio. Este último tratou do tema “Academia, Sociedade e Governo, como Integrá-los para o Uso Sustentável do Solo?”, com participação de representantes dos três segmentos. Além disto, também foi realizada uma visita técnica, em um trecho de aproximadamente 120 Km de rodovias federais e estaduais, abrangendo os municípios paraibanos de Areia (Brejo de Altitude), Remígio e Campina Grande (Agreste da Borborema) e Caturité (Cariri Oriental). Ao longo do percurso, foram feitas quatro paradas com o intuito de relacionar o solo e a paisagem. Destaca-se nessa viagem o caráter inédito de algumas informações sobre os solos: Latossolo com A húmico, Neossolo com A proeminente (úmbrico), Planossolo Nátrico (Caráter sódico) e Vertissolo saprolítico. O evento teve como coparticipantes na sua organização a EMBRAPA Solos, o Instituto Nacional do Semiárido (Insa/MCTI) e o apoio financeiro da Capes. Além do apoio da direção do Centro de Ciências Agrárias da UFPB.

Texto: Catarina Buriti (Assessora de Comunicação – Insa/MCTI)
Em reunião, Prefeitura de Areia firma TAC para realização do Festival Brasileiro da Cachaça e do Bregareia 2013
A prefeitura municipal de Areia, no brejo paraibano, firmou, na tarde desta quarta-feira (18), um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) junto ao Ministério Público Estadual (MPE), por meio da Promotoria de Justiça da cidade, para garantir a segurança e adotar as medidas necessárias para realização do 14 Festival Brasileiro da Cachaça, Rapadura e Açúcar Mascavo e também do Bregareia, que será realizado, este ano, de 24 a 29 de setembro.
Na reunião, além do prefeito Paulo Gomes (PRB) e do vice André Perazzo (PPS), estiveram presentes ainda os secretários de Saúde, Infraestrutura e Turismo, os representantes da Sudema, Corpo de Bombeiros, Batalhão Ambiental, Conselho Tutelar, Vigilância Sanitária, Chefe de transportes, Vereadores, Cptran, o Tenente do 10º Batalhão e a Delegada Seccional.
O TAC prevê uma série de medidas que visam garantir a ordem urbanística, a segurança do público, dos demais cidadãos, bem como os direitos da criança e do adolescente e dos portadores de necessidades especiais.
As autoridades se reuniram no auditório do Fórum do município de Areia e definiram, juntamente com o Promotor de Justiça Newton Chagas, acordo que, em linhas gerais, estabelece a forma de participação dos órgãos da administração publica direta, indireta e autárquica, e dos demais órgãos que atuam diretamente na área da proteção e segurança dos direitos da criança e do adolescente.
Pelo acordo, os órgãos ligados ao evento terão de cumprir medidas necessárias para a segurança da população, preservação do patrimônio público e resguardo dos direitos da criança e dos adolescentes e dos demais participantes das festividades.
Ficou estabelecida a proibição do arremesso de objetos pelos participantes do evento, o fornecimento de bebidas em garrafas de vidro, a queima de fogos de artifício em locais que possam expor pessoas a situações de risco, a utilização de qualquer objeto que irradie calor a exemplo de churrasqueiras, micro-ondas, fogões, chapas, etc., o ingresso e permanência de crianças e adolescentes nos festejos em desacordo com o estabelecido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente e as Portarias do Juizado da Infância e Juventude da Comarca, bem como a proibição da venda e fornecimento de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos.
O município providenciará ainda, a instalação de químicos sendo um deles destinado e adaptado para uso de portadores de necessidades especiais. A segurança do evento ficará a cargo do Batalhão de Polícia Militar, da Polícia Civil e do Subgrupamento do Corpo de Bombeiros, além da presença de seguranças particulares contratados pelo município e apoio da Ciretran no controle do tráfego. Também se farão presentes o Conselho Tutelar, o Comissariado de Menores e o Ministério Público.
O documento também será encaminhado à Polícia Militar e Ibama para conhecimento e fiscalização necessária durante o evento.
Para o promotor de Justiça Newton Chagas, a firmação do Termo junto a prefeitura municipal de Areia foi esclarecedora, principalmente para desmistificar um mal entendido gerado em torno do termp 'Caravana da Cachaça', em que foi publicizado que iriam ser debatidos os benefícios da aguardente.
"Tudo transcorreu bem, inclusive acatamos sugestões de populares que estiveram no evento e também foi esclarecido aquele mal estar sobre uma caravana da cachaça, que disseram que iriam falar sobre os benefícios da cachaça, quando na verdade iriam esclarecer a cultura da cana de açúcar, seus produtos, sua importância, destacando ainda os malefícios do álcool, principalmente para os jovens", disse o promotor.
Newton ainda comemorou o fato de a gestão municipal ter se comprometido a usar os meios de comunicação para maiores esclarecimentos sobre a Caravana da Cachaça, já que não se trata de um grupo de pessoas que fazem apologia a bebida alcoólica, e sim a um grupo que divulga a cultura da cana de açúcar, a importância econômica para a cidade, a geração de emprego e renda, entre outros.
Em caso de descumprimento de qualquer das obrigações ora assumidas, os promitentes ficarão sujeitos ao pagamento de multa diária no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), até completo adimplemento das obrigações assumidas.

Assessoria da PMA

Clique no link abaixo e confira a íntegra do TAC:

TAC BREGAREIA
A banda de Fanfarra Ypuarana de Lagoa Seca participou do desfile de 7 de Setembro na cidade de Campina Grande, PB e causou polêmica.
As opiniões sobre o desfile da banda se dividem.
O fato é que na opinião de muitos, as moças estavam com um figurino um ”pouquinho de mais”, aliás, de menos.
Revoltado, o jornalista Paraibano Marcos Marinho, publicou em sua coluna semanal escrita em um blog,  uma verdadeira nota de repúdio à apresentação das meninas.

Leia um trecho da coluna:

 “No remelexo das mocinhas vindas do Brejo, abanando seus traseirinhos em formação para o lado das autoridades e do público que foi ver a parada”, que, de acordo com Marinho, “manchou para séculos sem fins a história de Campina Grande e o dia do civismo nacional”.

por Jaceline Marques
O senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), como titular da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), anunciou nesta sexta-feira (23), a relação de mais 16 municípios paraibanos que graças a sua articulação tiveram abertas seus avisos de habilitação para rádios comunitárias.
Vital do Rêgo informou que teve a confirmação por parte do Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo de que os interessados operar uma emissora nas cidades de Bernardino Batista, Bom Jesus, Carrapateira, Coxixola, Curral Velho, Frei Martinho, Mato Grosso, Puxinanã, Riachão, Santa Inês, São Domingos do Pombal, São José do Bonfim, Serra da Raiz, Serra Grande, Vista Serrana e Zabelê, tem 60 dias a partir da publicação que foi na última segunda-feira 19 de agosto para encaminharem a documentação instrutória necessária, via postal, à Delegacia Regional do MiniCom em São Paulo, ou entregar diretamente no protocolo central da delegacia paulista.
O senador ressaltou, ainda, que a radiodifusão é a modalidade de comunicação com maior alcance populacional, dada a facilidade de acesso do interlocutor às transmissões, tanto em zonas urbanas quanto em comunidades rurais.
Em 2012 ele anunciou a relação das 56 cidades paraibanas beneficiadas respectivamente: Cajazeiras, Piancó, Belém do Brejo do Cruz, Caiçara, Marcação, Nova Olinda, Queimadas, Cajazeirinhas, Ingá, Jacaraú, Caldas Brandão, Casserengue, Cuité de Mamanguape, Cuitegi, Iguaracy, Pedro Régis, Pilões, Santa Cruz, São José dos Ramos, Conde, Patos, Borborema, Caturité, Lagoa, Logradouro, Mãe D?água, Matinhas, Montadas, Poço José de Moura, Riachão do Bacamarte, Riachão do Poço, São Bentinho, São José de Princesa, São José do Sabugi, Sape, Sousa, Pitimbu, Bernardino Batista, Bom Jesus, Carrapateira, Coxixola, Curral Velho, Frei Martinho, Mato Grosso, Riachão, Santa Inês, São Domingos, São José do Bonfim, Serra da Raiz, Serra Grande, Zabelê, Campina Grande, Catolé do Rocha, Sossego, Mataraca e Bom Sucesso.
Vital ainda obteve a garantia do ministro de que até novembro, outros quatro avisos de habilitação para radcom deverão ser publicados, para municípios que já contam com o serviço, mas têm interesse em obter novas outorgas.
O que é uma rádio comunitária? – O senador Vital do Rêgo explica que o Serviço de Radiodifusão Comunitária foi criado pela Lei 9.612, de 1998, regulamentada pelo Decreto 2.615 do mesmo ano. Ou seja, trata-se de radiodifusão sonora, em frequência modulada (FM), de baixa potência (25 Watts) e cobertura restrita a um raio de 1km a partir da antena transmissora.

Fonte: API
Ás vésperas da 12ª Parada do Orgulho LGBT de João Pessoa-PB, vários outdoors foram alvos de vândalos, este da foto acima fica localizado na Av. Epitácio Pessoa no sentido centro, em outros locais da cidade como na BR próximo ao Supermercado Makro um outro outdoor foi depredado. A imagem mostra que os vândalos responsáveis por essa atitude utilizam-se do nome de Deus para pregar o ódio, preconceito e a homofobia, o que nos leva a pensar o quão estamos vulneráveis nessa sociedade de  fundamentalistas e fanáticos religiosos, que utilizam o nome de Deus para pregar a violência contra os homossexuais.
Isso demonstra o nível de preconceito em nosso estado e o quanto ainda temos de caminhar a procura de mais direitos e da aprovação da PLC 122, projeto de lei que irá criminalizar a homofobia, pois parece que só quando os danos aos agressores forem maiores,  teremos em fim um ambiente seguro de viver livremente nossa sexualidade.
Em nosso estado só nesse ano já aconteceram cerca de 20 crimes com características homofóbicas, estamos vivendo em um tempo de conservadorismo. Onde as lésbicas, os gays, os bissexuais, as travestis e os/as transexuais estão cada dia mais tendo que lutar pelo seu espaço na sociedade, em busca de amar e se relacionar com quem quiser.
Este ano tivemos muitas conquistas como a aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo e o arquivamento do projeto de "Cura Gay" do Deputado João Campos, nos mostraram que a comunidade LGBT está na luta por seus direitos e por uma sociedade mais justa. Esses avanços foram conseguidos com um esforço de toda a comunidade LGBT e aliados em espaços de governo.
Mas não devemos descansar, temos que lutar contra o fundamentalismo religioso existente em nossa sociedade, queremos o fim da intolerância, do preconceito e da discriminação contra os LGBT.

Myke Gleidston Fonseca
Vice Presidente do MEL
(Movimento do Espírito Lilás)
Uma jovem foi impedida de embarcar em um voo internacional neste domingo (25) devido a uma piada feita por seu pai no aeroporto de Cumbica.
Thaís Buratto da Silva, 24, recém-formada em gestão ambiental pela USP, iria pegar o voo 922 da Qatar Airways com destino a Bali, na Indonésia, com escala em Doha, no Qatar.
Ela iria participar do 6º Congresso anual da "Parceria dos Serviços Ecossistêmicos". As passagens, que custaram R$ 6.030, foram pagas pela USP.
Thaís iria apresentar seu trabalho de conclusão de curso sobre o custo-benefício da implementação de novas hidrelétricas no rio Tapajós.
Segundo ela, após responder a um questionário anterior ao check-in sobre suas bagagens, seu pai, Renato Camargo da Silva, 55, economista, teria dito em tom jocoso "que bom que não acharam que você era terrorista".
Após a piada, os dois foram retirados da fila e informados por funcionários da companhia de que ela não poderia embarcar devido a motivos de segurança.
Questionados, informaram que a decisão estava relacionada à referência ao terrorismo feita pelo pai.
"Achei desproporcional", afirma o pai. "Eu não entendi a reação, foi completamente despropositada."
Thaís afirma ter tentado explicar que se tratava de um comentário bem-humorado. Diante da negativa dos funcionários, ela disse que se dispôs a ter toda bagagem revistada e até mesmo a viajar apenas com os documentos, sem seus pertences.
Ainda assim, diz ela, a companhia não permitiu seu embarque e reteve seu passaporte para fotografá-lo "sem dar razões [para tanto]".
"Ainda não acredito no que aconteceu", afirma Thaís. "É inexplicável, foi claramente uma piada". Ela diz também que os "funcionários sequer deram direito a meu pai de tentar conversar com eles".
Thaís afirma que irá procurar a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para registrar o caso e tentará registrar boletim de ocorrência na polícia alegando constrangimento ilegal e calúnia.

OUTRO LADO

A Qatar Airways disse que Thaís Buratto da Silva não embarcou "por razões de segurança", devido às declarações de seu pai. A empresa disse zelar rigidamente pela "segurança dos passageiros durante seus voos". Uma posição completa sobre o caso será emitida nesta semana.
Procurada para falar sobre os limites de uma companhia para limitar o embarque de passageiros, a Agência Nacional de Aviação Civil disse que consultará sua área técnica para se posicionar nesta segunda-feira (26).
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Por Rafael Tatemoto - São Paulo

Faleceu na noite desta sexta-feira (23), na cidade de Alagoa Grande, o senhor Severino Casimiro da Silva. Ele tinha 96 anos e foi o primeiro presidente do Sindicato Rural de Alagoa Grade e Região, cargo que também foi ocupado pela sua esposa, a líder camponesa Margarida Maria Alves, símbolo da luta do homem do campo que virou referência em todo o Brasil e até no exterior.
O sepultamento de Seu Casimiro, que era uma pessoa bastante conhecida na região polarizada por Alagoa Grande, ocorreu no final da tarde deste sábado, no cemitério de Alagoa Grande. O velório ocorreu na casa onde ele e Margarida Maria Alves moraram e onde a líder camponesa foi morta, na Rua da Olinda, em Alagoa Grande, sob o testemunho do marido.
A casa, hoje, funciona como uma espécie de museu, mostrando um pouco da luta e da história de Margarida Maria Alves. Durante o período em que esteve à frente do sindicato local, Margarida foi responsável por mais de cem ações trabalhistas na justiça do trabalho regional, tendo sido a primeira mulher a lutar pelos direitos trabalhistas no estado da Paraíba durante a ditadura militar. Postumamente, recebeu o Prêmio Pax Christi Internacional em 1988.
Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alagoa Grande, Margarida Maria Alves era filha mais nova de uma família de nove irmãos. Esteve à frente, enquanto sindicalista rural eleita para a presidência do sindicato em 1973, da luta pelos direitos básicos dos trabalhadores rurais em Alagoa Grande, como carteira de trabalho assinada e 13º salário, jornada de trabalho de oito horas e férias.
Sua atuação no sindicato entrou em choque com os interesses do proprietário da maior usina de açúcar local (a Usina Tanques), de alguns senhores de engenho, remanescentes do período em que os engenhos dominavam a economia açucareira local e estadual, e de fazendeiros não ligados à lavoura da cana. O proprietário da Usina Tanques era o líder do chamado ‘Grupo da Várzea’, e o seu genro, então gerente da usina, foi acusado de ser o mandante do assassinato de Margarida Maria Alves no dia 12 de agosto de 1983.
A sindicalista foi assassinada por um matador de aluguel com uma escopeta calibre 12. O tiro a atingiu no rosto, deformando sua face. No momento do disparo, ela estava em frente à sua casa, na presença do marido e do filho. O crime foi considerado político e comoveu não só a opinião pública local e estadual, mas a nacional e internacional, com ampla repercussão em organismos políticos de defesa dos Direitos Humanos. “É melhor morrer na luta do que morrer de fome” foi um dos motes da militante, que se tornou um símbolo na luta pelos direitos dos trabalhadores rurais no Brasil.
Todos os anos, na semana que antecede o dia 12 de agosto, na cidade de Alagoa Grande, a população celebra a memória da sindicalista Margarida Maria Alves, como a precursora feminina na Paraíba na defesa dos direitos dos trabalhadores do campo.

Fonte: www.CarlosMagno.com.br
O juiz da comarca de Arara, Anderley Ferreira Marques, foi um dos mais jovens a ingressar na magistratura, da leva do último concurso de sua categoria, realizado pelo Tribunal de Justiça da Paraíba. A diferença é que, agora, o magistrado conseguiu zerar o número de processos na comarca. Quando assumiu a comarca de Arara em 2012, encontrou a unidade judiciária com um acervo processual de cerca de 600 processos, na grande maioria, de natureza criminal.
A marca de celeridade do Juiz Anderley Ferreira não se limitou à Arara. Na cidade de Picuí, onde a natureza criminal não é acentuada, o juiz conseguiu reduzir de 6 para 5 mil o número de processos, quando ele esteve acumulando a comarca no mês passado. “Em um único dia consegui proferir mais de 100 sentenças, durante a realização das chamadas Ações de Massa”, revelou o magistrado.
Com muita determinação o juiz está mudando a realidade da Justiça, obtendo resultados até então inéditos, que é conseguir diminuir o número de processos e, por conseguinte, o trâmite processual na comarca de Arara. O ritmo do juiz tem feito com que o tempo de tramitação despenque cada vez mais, naquela unidade judiciária. “O grande mérito tem sido eliminar os atos inúteis ou desnecessários, para que o tempo de tramitação sofra redução”, ressaltou o juiz.
Disposição e organização não faltaram ao juiz. “Passei a priorizar e agilizar, principalmente, aqueles processos mais rápidos , com por exemplo, os que envolvem despacho simples e os de um mesmo teor. Dessa forma, despachei em lote e, com isso, ganhamos tempo. A partir do momento que você antecipa, vai ter mais tempo para dispor naqueles processos que vai precisar de uma maior atenção e empenho”, recomenda.
E foi isso que o juiz Anderley adotou como meta de trabalho, conseguindo após um mês e meio, zerar os processos da comarca. “Isso não quer dizer que despachei apenas 600, foi bem mais, porque a partir do momento que você despacha 40, vem mais 20”, explica o juiz.
Além da celeridade, uma prática que vem sendo adotada pelo gestor da comarca de Arara tem sido a de valorizar o emprego da portaria dos atos ordenatórios, ação esta prevista no Código de Processo Civil e que está em pleno desenvolvimento na comarca que dirige.
Para o juiz, não existem mágicas nem receitas milagrosas para você resolver a situação com relação a acumulação de processos. “É preciso incrementar boas ideias para conseguir um resultado produtivo. E cito, como exemplo, a identificação dos processos. A partir do momento que você tem a seu favor a facilitação visual do processo, se tem como agrupá-lo em cada fase, situação e estilo e, desse modo, trabalhar melhor”, ressaltou.
Uma outra facilitação que vem ajudando e que foi ressaltado pelo juiz como importante para alcançar tal resultado tem sido a “valorização do espaço roteiro”, que segundo explicou, consiste e se desenvolve coma a participação de muitos atores: juizes,advogados, Ministério Público”, explicou.
“Isso funciona como uma dança em que cada um tem o seu papel. Quando o juiz, diretor do processo, consegue enumerar cada fase e dar um despacho único, representa ganho de tempo”, afirmou.
Anderley Ferreira contou que foi a experiência como advogado e defensor público que utilizou para fazer com que o processo tivesse a menor duração possível. Ele lembrou que, mesmo tratado-se de ações penais e previdenciárias, que requerem uma maior tempo, conseguiu proferir sentenças em oito até seis meses. “Isso representa um tempo importantíssimo para juizes, atores, e para o Poder Judiciário estadual”, enfatizou.
Para magistrado, todos ganham com a adoção de ações que garantam celeridade processual; as partes interessadas e até mesmo os serventuários, que ele faz questão de dispensar mesmo antes do fim do expediente sob a seguinte alegação: “Trabalhando bem, não precisa trabalhar muito!”.

Gecom – Clélia Toscano
Um dos principais argumentos da reação irada de entidades médicas brasileiras contra a vinda de médicos cubanos para o país consiste em questionar a qualidade e a competência dos profissionais cubanos. O presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto D’Ávila, chegou a dizer que “os cubanos poderão causar um genocídio” no Brasil. Os primeiros 400 médicos cubanos chegam ao Brasil neste fim de semana, em um convênio com a Organização Panamericana de Saúde (Opas). Uma das maneiras de aferir essa qualidade é levar em conta a realidade da saúde e da medicina em Cuba. Eis aqui dez indicadores e informações sobre a saúde cubana para a população brasileira avaliar (os dados são do governo cubano e da Organização Mundial da Saúde):
(1) Em Cuba, há 25 faculdades de medicina (todas públicas), e uma Escola Latino-Americana de Medicina, na qual estudam estrangeiros de 113 países, inclusive do Brasil . (Estudaram em Cuba e lá se formaram, entre outros, dois filhos de Paulo de Argollo Mendes, presidente há 15 anos do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul e critico ferrenho do programa Mais Médicos).
(2) Em 2012, Cuba formou 11 mil novos médicos. Deste total, 5.315 são cubanos e 5.694 vêm de 59 países principalmente da América Latina, África e Ásia. Desde a Revolução Cubana em 1959, foram formados cerca de 109 mil médicos no país. O país tem 161 hospitais e 452 clínicas para pouco mais de 11, 2 milhões de habitantes.
(3) A duração do curso de medicina em Cuba, como no Brasil, é seis anos em período integral. Depois, há um período de especialização que varia entre três e quatro anos. Pelas regras do sistema educacional cubano, só entram no curso de medicina os alunos que obtêm as notas mais altas ao longo do ensino secundário e em um concurso seletivo especial.
(4) Estudantes de medicina cubanos passam o sexto ano do curso em um período de internato, conhecendo as principais áreas de um hospital geral. A sua formação geral é voltada para a área da saúde da família, com conhecimento em pediatria, pequenas cirurgias, ginecologia e obstetrícia.
(5) Em Cuba há hoje 6,4 médicos para mil habitantes. No Brasil, esse índice é de 1,8 médico para mil habitantes. Na Argentina, a proporção é 3,2 médicos para mil habitantes. Em países como Espanha e Portugal, essa relação é de 4 médicos para cada mil habitantes.
(6) A taxa de mortalidade em Cuba é de 4,6 para mil crianças nascidas, e a expectativa de vida é de 77,9 anos (dados de janeiro de 2013). No Brasil, a taxa de mortalidade é de 15,6 para mil bebês nascidos (IBGE/2010).
(7) Em 1998, depois que o furacão Mitch atingiu a América Central e o Caribe, Fidel Castro decidiu criar a Escola Latino-Americana de Medicina de Havana (Elam) com o objetivo  de formar em Cuba médicos para trabalhar em países chamados subdesenvolvidos. A Organização Mundial da Saúde definiu assim o trabalho da Elam: “A Escola Latino-Americana de Medicina acolhe jovens entusiasmados dos países em desenvolvimento, que retornam para casa como médicos formados. É uma questão de promover a equidade sanitária. A Elam assumiu a premissa da “responsabilidade social”.
(8) Em 20 anos, médicos cubanos atenderam a mais de 25 mil afetados pela explosão em Chernobyl, incluindo muitas crianças órfãs. Desde o início do programa, em 1990, foram atendidos mais de 25.400 pacientes, a maioria deles crianças. 70% dos menores que receberam tratamento na localidade cubana de Tarará perderam seus pais e chegaram a Cuba com enfermidades oncológicas e hematológicas provocadas pela exposição à radiação (ver vídeo abaixo).
(9) Segundo a New England Journal of Medicine, uma das importantes revistas médicas do mundo, o sistema de saúde cubano parece irreal. Todo mundo tem um médico de família. Tudo é gratuito. Apesar de dispor de recursos limitados, seu sistema de saúde resolveu problemas que o dos EUA não conseguiu resolver ainda.
(10) Segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Cuba é o único país da América Latina que se encontra entre as dez primeiras nações do mundo com o melhor Índice de Desenvolvimento Humano em expectativa de vida e educação durante a última década.
Certamente o sistema de saúde cubano não é o paraíso na Terra e seus profissionais não são os melhores do mundo. No entanto, os indicadores e informações acima citados parecem credenciá-los para desenvolver um importante trabalho de medicina comunitária e medicina da família em comunidades pobres brasileiras que têm grande dificuldade de acesso a serviços de saúde. Os profissionais cubanos têm especialização e tradição de trabalhar justamente nesta área. E não representam nenhuma concorrência para profissionais brasileiros nesta área. Virá daí um genocídio???

Fonte: www.sul21.com.br
Autor do livro “Areia e seu entorno”, o artista plástico e ex-professor da UFPB faleceu no sábado (17), no Hospital Memorial São Francisco, em João Pessoa
O professor aposentado Nivalson Miranda era formado em Farmácia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), onde lecionou as disciplinas de Física Industrial e Enzimologia. Foi Bioquímico, atuando em vários laboratórios na Paraíba. Ficou famoso por fazer capas de livros nos anos 1950, além dos trabalhos na área das artes plásticas em xilogravura, bico de pena e aguada, aquarela e pintura em painéis de azulejos vitrificados, sendo um dos primeiros na Paraíba.
Como artista, participou de mais de 30 exposições, como, por exemplo, a mostra individual no Instituto Histórico e Geográfico Paraibano (IHGP), em 1973, com trabalhos em xilogravura. Foi também responsável pela criação do Brasão de Armas do 15º Batalhão de Infantaria de João Pessoa, com o qual recebeu a Comenda de Amigo do Exército em 2000. Nivalson tem obras em vários cantos da Paraíba, como os azulejos pintados com fortes do Brasil que estão expostos na Fortaleza de Santa Catarina, em Cabedelo.
Em 2007, Nivalson Miranda publica o seu primeiro livro “Areia e seu entorno”. A obra é uma coletânea com 87 desenhos feitos de bicos-de-pena, sendo representados por engenhos, igrejas e mausoléus, além das casas e sobrados de Areia e cidades vizinhas do brejo paraibano, como Solânea, Arara e Esperança.
Nivalson Miranda estava internado desde o final do mês passado, no Hospital Memorial São Francisco, em João Pessoa, onde acabou falecendo no último sábado (17). A causa da morte não foi revelada à imprensa. O corpo do ex-professor da UFPB foi cremado no último domingo (18).

Fonte:  Agência de Notícias da UFPB - Ítalo Rômany (estagiário)
Um grupo de oncologistas dos Estados Unidos lançou um projeto ambicioso para curar pacientes de câncer. Segundo o Wall Street Journal, a ideia é usar Big Data para arrecadar informações que ajudarão em tratamentos futuros.
Com a tecnologia, médicos poderão consultar o banco de dados e fazer pesquisas para obter aconselhamento sobre tratamentos. Todas as informações terão como base informações de pessoas que possuem doenças similares.
A coleta e análise dos dados médicos, contudo, é repleta de desafios. Um deles é encontrar softwares que aceitem informações clínicas provenientes dos mais diversos equipamentos de saúde, como um eletrocardiograma, por exemplo. Uma tecnologia, ainda em protótipo, conseguiu recolher cerca de 100 mil registros de câncer de mama de 27 hospitais que usam equipamentos eletrônicos diferentes.
Cerca de 1,6 milhão de americanos são diagnosticados com câncer a cada ano, mas em 95% dos casos os detalhes dos tratamentos são trancados em arquivos ou em sistemas eletrônicos isolados. "Há um tesouro de informações nestes casos. Isso poderá salvar muitas vidas", disse Allen Lichter, chefe do grupo.
O projeto deve começar oficialmente entre março e setembro de 2014.
No próximo dia 10 de agosto, na Matriz de Nossa Senhora da Conceição, Areia, será empossado o Pe. Jandeilson Rodrigues de Alencar, como Administrador Paroquial, pelo nosso Bispo Dom Lucena. A solene celebração será às 19h00.

Dados Biográficos: Padre Jandeilson
Nomeando o Revdo. Pe. Jandeilson Rodrigues de Alencar para o ofício de Administrador Paroquial na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Areia-PB.(Guarabira, 16 de julho de 2013)
Pe. Jandeilson Alencar, 48 anos de idade, 23 anos de sacerdote, nascido em Areia, fez os estudos primários no Colégio Santa Rita e Carlota Barreira. Batizado pelo Mons. Rui Vieira e fez os primeiros passos catequéticos com a Ir. Madre Troutiline. Fez Filosofia e Teologia no Recife, colaborou na diocese de Guarabira, em trabalhos das Paróquias de Serra da Raiz (1990), Arara (1991), Alagoinha (1995), Cacimba de Dentro (1997) e Belém (2008).
Assumiu trabalhos de coordenação da Pastoral de Juventude (1990), Coordenador Diocesano de Pastoral (1994), Diretor da Escola São Bento (1997), Diretor da Rádio Integração do Brejo (2000), Pastoral da Comunicação (2000).
Convidado para assumir o Setor Pastoral Social da CNBB, na função de articulador das Pastorais Sociais do Regional NE II (2007) e atualmente é Secretário Regional da Caritas Brasileira Regional NE II (2010 - 2014), residindo em Recife.
Fez estudos complementares nas áreas de Psicologia (Eneagrama - Direção Espiritual), em Comunicação Social (Rádio e Jornalismo), Pós Graduação em Bíblia (Luteranos/RS) e Gestão de Projetos e Sustentabilidade. Colabora com a CNBB no setor da Campanha da Fraternidade (2010 - 2014) e com Seleção de Projetos do Fundo Nacional de Solidariedade da Caritas Brasileira.
Como Secretário Regional da Caritas anima o trabalho social da Igreja em 21 dioceses do regional, acompanha programas e projetos nas áreas de Convivência com o Semi- árido, Gestão de Riscos - Secas e Enchentes, Catadores de Material Reciclável, Criança e Adolescentes.

Fonte: paroquiaconceicaoareia200.com
As imagens das câmeras de segurança da escola Stella Rodrigues reforçam as suspeitas da investigação sobre Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, de 13 anos, que foi encontrado morto junto aos pais, à avó e à tia-avó na noite de segunda-feira, na casa da família, no bairro de Brasilândia, zona norte de São Paulo. "Tudo leva a crer que foi mesmo o menino", disse o coronel Benedito Roberto Meira, da Polícia Militar. Marcelo teria matado a família entre a noite de domingo e as primeiras horas de segunda, ido até a escola onde estudava com o automóvel da mãe, Andreia Regina Bovo Pesseghini, 35 anos, passado a noite no veículo, assistido à aula na manhã de segundo e se matado ao retornar para casa.
O PM afirmou que os vídeos gravados pelas câmeras mostram o carro da mãe de Marcelo sendo estacionado em frente ao colégio por volta da 1h15 da madrugada de segunda-feira. Porém, a pessoa que estava dentro do veículo só desembarca às 6h30 da manhã - o indivíduo usa uma mochila e tem altura compatível à do menino. De acordo com o coronel Meira, a pessoa sai do carro e caminha em direção à escola.
Os corpos menino Marcelo, de Andreia - que era cabo da PM -, do marido dela, Luis Marcelo Pesseghini, 40 anos - sargento da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) da PM e pai do menino -, da mãe de Andreia, Benedita Oliveira Bovo, 65 anos, e da irmã de Benedita, Bernardete Oliveira da Silva, 55 anos foram encontrados na noite de ontem na casa onde residiam. A Polícia Militar participa das investigações com a Polícia Civil porque duas das vítimas eram membros da corporação. Segundo o delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Luiz Mauricio Souza Blazeck, "a tese principal é que foi uma tragédia familiar". "A policia ainda não concluiu as investigações", afirmou ele. 

Primo de vítima relata como encontrou corpos

Um primo de Andreia prestou depoimento nesta terça-feira e contou como encontrou os corpos dos familiares na noite de ontem. O homem, que é filho de Bernardete, disse que ligou para a mãe por volta do meio-dia de segunda-feira, mas ninguém atendeu. Ele tentou contato novamente por volta das 18h, e resolveu ir até a casa dos parentes para verificar o que havia acontecido.
Ao chegar à residência, o homem disse que viu um PM - ele estava no local à procura de Andreia, que havia faltado ao trabalho. O policial comunicou a outros agentes que não havia sinal de que alguém estivesse em casa. O primo de Andreia e o PM, então, entraram na residência por um portão que estava entreaberto e encontrara os cinco corpos. No começo da tarde desta terça-feira, a polícia colhia o depoimento de outro homem considerado testemunha no caso: o pai de um colega de Marcelo, que deu carona ao menino da escola para casa ontem.

Fonte: Terra.com
Direitos da mulher, diversidade humana e temáticas ligadas ao movimento feminista foram discutidos, na tarde da sexta-feira (2), na Câmara dos Vereadores de Areia, durante a programação da 14ª edição do Festival de Artes. A atividade foi promovida pelo Governo do Estado, através das secretarias de Estado da Cultura e da Mulher e Diversidade Humana.
O painel denominado “Pintar o sete e desenhar o oito: Feminismo, Bandeira de Lutas e Políticas públicas”, reuniu estudantes, representantes de movimentos sociais e profissionais especializadas em políticas públicas voltadas para os direitos feministas. As discussões têm o objetivo de ampliar a parceria entre Estado, municípios e sociedade civil, além de promover a troca de experiências e a criação de novos segmentos, que garantam e fiscalizem os direitos das minorias.
“Eu já tive a oportunidade de estar em organizações da sociedade civil, e hoje posso experimentar o desafio de trabalhar pelas nossas lutas do lado institucional. Nossa missão hoje é quebrar as barreiras, sempre buscando encontrar os caminhos para projetar, executar e implantar essas políticas na sociedade”, destacou a secretária de Estado da Mulher e Diversidade Humana, Gilberta Soares.
O grupo abordou questionamentos sobre a população negra, movimento LGBT, exclusão social, falta de acesso aos serviços básicos de direito e a falta de oportunidade. As propostas e estudos apresentados buscam suporte na divisão de três plataformas, baseadas na equidade de gênero, racial e LGBT.
A representante do Coletivo de Mulheres de Areia, Roseane Trajano, defendeu a causa feminista e chamou atenção da mesa e do público para a necessidade integral de comprometimento com a temática sobre o feminismo, independente da posição social e política das militantes. Ela ainda fez a leitura de um documento registrado como o primeiro manifesto coletivo de mulheres brasileiras. O material foi redigido por 100 mulheres da cidade de Areia, no ano de 1823, na luta pela independência do Brasil.
“Nós já conseguimos pontuar várias das nossas bandeiras de luta, mas é preciso monitorar e cobrar que elas sejam respeitadas e aplicadas pelas autoridades e pela sociedade em geral. Pequenas iniciativas são louváveis e devem ser ampliadas, mas precisamos ultrapassar obstáculos históricos e alcançar independência financeira, política e, principalmente, social”, defendeu Roseane Trajano.
Também fizeram parte da mesa a professora universitária Anita Leocádia, do Centro de Ciências Agrárias da UFPB, a presidente da Câmara municipal de Areia, Ana Paula Gonzaga, e a representante do Fórum sobre o Feminismo e Direitos Humanos de Campina Grande, Laís Medeiros.
Os debates foram concluídos com a participação do público e o compromisso das militantes com a proposta de interiorização das ações, além do fortalecimento dos discursos e do comprometimento com as causas coletivas.

Fonte: http://www.paraiba.pb.gov.br
No 4º dia de visita ao País, Francisco passou pelo complexo de Manguinhos, no Rio. Sorridente e solícito com os fiéis, Francisco discursou fortemente contra as injustiças sociais e ainda defendeu a "cultura da solidariedade", que seria exemplo na sociedade brasileira. Para atrair fiéis, o papa utilizou expressões do País como "colocar água no feijão", citou que queria "pedir um cafézinho" e "não cachaça".
"Quando planejava minha visita ao Brasil, tinha o desejo de visitar todos os bairros desse país e em cada porta pedir um copo de água fresca ou pedir cafézinho. E não um copo de cachaça", disse Francisco despertando risos entre os presentes.
Francisco citou também que a sociedade brasileira é exemplo quando o assunto é solidariedade. "Sempre colocam mais água no feijão, né?", perguntou o pontífice a plateia que respondeu prontamente: "Sempre". "E vocês fazem isso com amor, mostrando a verdadeira riqueza", disse. Segundo ele, o povo brasileiro é formado "por pessoas simples que podem dar ao mundo uma lição de solidariedade".

Injustiças e pacificação

Antes de ter a palavra, Francisco ouviu um depoimento de um morador da comunidade que agradeceu a vinda da pontífice. "A sua vida, Pai Francisco, nos levou à mídia nacional e internacional. [...] Somos pobres, pequenos, esquecidos."
Em resposta, Francisco citou em seu discuro que a comunidade não pode permanecer insensível às desigualdades. "Precisamos reforçar a cultura da solidariedade, ver no outro não um concorrente ou um número, mas um irmão"
O pontífice ainda ressaltou a importância dos trabalhos de combate à fome e à miséria. No entanto, sinalizou um crítica ao trabalhos de pacificação no Rio de Janeiro. "Todos os trabalhos de pacificação só serão bem sucedidos se as comunidades não forem abandonadas". A fala também despertou forte reação na comunidade.

Fonte:  iG
Morreu nesta quarta-feira o último cangaceiro do bando de Lampião, Manoel Dantas Loiola, de 97 anos, mais conhecido como Candeeiro. Ele faleceu na madrugada de hoje no Hospital Memorial de Arcoverde onde estava internado desde a semana passada, após sofrer um derrame. O sepultamento está marcado para as 16h, no cemitério da cidade de Buíque.
Pernambucano de Buíque (a 258 quilômetros do Recife), Manoel ingressou no bando de Lampião em 1937, mas afirmava que foi por acidente. Trabalhava em uma fazenda em Alagoas quando um grupo de homens ligados ao famoso bandido chegou ao local. Pouco tempo depois, a propriedade ficou cercada por uma volante e ele preferiu seguir com os bandidos para não ser morto.
No final da vida, atuava como comerciante aposentado na vila São Domingos, distrito de sua cidade natal. Atendia pelo nome de batismo, Manoel Dantas Loyola, ou por outro apelido: seu Né. No primeiro combate com os "macacos", quando era chamado de Candeeiro, foi ferido na coxa. O buraco de bala foi fechado com farinha peneirada e pimenta.
Teve o primeiro encontro com o chefe na beira do Rio São Francisco, no lado sergipano. "Lampião não gostava de estar no meio dos cangaceiros, ficava isolado. E ele já sabia que estava baleado. Quandosoube que eu era de Buíque, comentou, em entrevista concedida ao Diario em 2018: 'sua cidade me deu um homem valente, Jararaca'".
Candeeiro dizia que, nos quase dois anos que ficou no bando, tinha a função de entregar as cartas escritas por Lampião exigindo dinheiro de grandes fazendeiros e comerciantes. Sempre retornava com o pedido atendido. Ele destaou que teve acesso direto ao chefe, chegando a despertar ciúme de Maria Bonita. Em Angicos, comentou que o local não era seguro. Lampião, segundo ele, reuniria os grupos para comunicar que deixaria o cangaço. Estava cansado e preocupado com o fato de que as volantes se deslocavam mais rápido, por causa das estradas, e tinham armamento pesado.
No dia do ataque, já estava acordado e se preparava para urinar quando começou o tiroteio. "Desci atirando, foi bala como o diabo". Mesmo ferido no braço direito, conseguiu escapar do cerco. Dias depois, com a promessa de ser não ser morto, entregou-se em Jeremoabo, na Bahia, com o braço na tipóia. Com ele, mais 16 cangaceiros. Cumprindo dois anos na prisão, o Candeeiro dava novamente lugar ao cidadão Manoel Dantas Loyola. Sobre a época do cangaço, costumava dizer que foi "história de sofrimento".

Fonte: Diário de Pernambuco
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